Ruptura em Backbone DWDM
Essa sequência de passos descreve de forma simples as etapas para a recuperação de um backbone de fibra óptica com DWDM. Aqui vai um detalhamento adicional para cada um dos passos:
Passo 1 - Curvas
Realizar as curvas de leitura do cabo utilizando um OTDR (Optical Time-Domain Reflectometer) para identificar as características da fibra, como atenuações, reflexões e eventuais falhas. Essa análise ajuda a mapear as condições do cabo ao longo de seu percurso.
Nº | Distancia | Largura de Pulso | Tempo de Teste | Onda |
---|---|---|---|---|
1 | 1 km | 10 ns | 30 segundos | 1625 |
2 | 40 km | 100 ns | 30 segundos | 1625 |
3 | 80 km | 1 us | 30 segundos | 1625 |
4 | 160 km | 20 us | 3 minutos | 1625 |
O Técnico deve seguir a sequência de curvas até encontrar o ponto de rompimento no OTDR. Por exemplo, se o rompimento estiver a 15 km do local da falha ele vai tirar apenas a curva 1 e 2, enviar para o centralizado e seguir para o trecho.
Passo 2 - Encontrar o Local da Falha:
Com base nos dados do OTDR, identificar o ponto exato da falha no cabo. Isso pode incluir quebras, danos físicos ou conectores defeituosos. Uma vez localizado o problema, mobilizar a equipe ao local.
Passo 3 - Recuperar o Cabo:
Neste passo, a equipe realiza a reparação ou substituição do segmento defeituoso. Isso pode incluir fusão de fibra óptica, caso haja uma ruptura, ou a substituição de um trecho maior, dependendo da gravidade do dano.
Passo 4 - Pedir Validação:
Após a recuperação, realizar novos testes com o OTDR e outras ferramentas de medição para garantir que a recuperação foi bem-sucedida. Geralmente, esse passo envolve validação por parte de um responsável técnico ou pelo cliente.
Passo 5 - Ancorar o Cabo:
Com a recuperação concluída e validada, o cabo deve ser ancorado corretamente no percurso original para evitar novas tensões ou quebras. O ancoramento adequado garante que o cabo permaneça seguro e funcional a longo prazo.
Essa metodologia ajuda a garantir a rápida e eficiente recuperação do backbone de fibra óptica, minimizando o tempo de inatividade e evitando prejuízos ao tráfego de dados.
Princípais casos práticos recorrentes
Falou CEO e agora?
Nada impede de pular direto para o Passo 5. Que em outras palavras significa que o cabo será lançado, ancorado e ficará pendente a montagem da(s) CEO(s) e as fusões.